Nesta semana, o preview da nossa nova coleção de inverno chegou às lojas. Na verdade, é apenas uma mostra do que vem por ai, mas já ajuda a aliviar a ansiedade e só potencializa as boas expectativas. Quer conferir com a gente? Só passar em uma de nossas lojas e acompanhar tudinho diariamente através da nossa fanpage.
Comecinho..
A grande novidade desta coleção é que, pela primeira vez, contamos com apenas uma modelo para dar vida e corpo as nossas ideias invernais. A escolhida foi a linda Renata Sozzi, que já fez parte do nosso casting anteriormente (o bom filho a casa torna!). E como em time que está ganhando não se mexe, os queridíssimos Daniel Mattar, Bebel Moraes e Vini Kilesse, responsáveis pela fotografia, estilo e beleza das nossas campanhas, continuam conosco.
Caiu na rede “”Lemming Trail” e “Fat Girl”, duas canções inéditas da banda inglesa Radiohead. A curiosidade é que as músicas são gravações ao vivo de 1986, quando grupo ainda se chamava On a Friday (vale como um brinde ao dia de hoje, sexta-feira 13!) e não contava ainda com o guitarrista Jonny Greenwood, irmão do baixista Colin, que integra o grupo atualmente. Se você é fã dos caras, assim como nós, é só ouvir o som!
Há quem afirme que passar a noite do reveillon de dourado (cor que representa o sol!) é sinônimo de riqueza para o ano que se inicia. Na dúvida, a gente resolve apostar na crença e indica um look incrível que abusa do tom . Vem brilhar com a gente!
Na década de 60, no auge da ditadura militar, um movimento libertário e cultural sacudia as estruturas do nosso país: o tropicalismo. Através de uma vontade coletiva de ruptura ao regime da época, formadores de opinião, artistas e, é claro, o povo buscavam voz na arte e na música. Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Tom Zé e Torquato Neto são alguns dos nomes mais representativos da tropicália, e responsáveis por definir uma nova qualidade musical da nossa música brasileira, através de uma linguagem universal e da inserção de elementos da cultura jovem mundial, como a guitarra elétrica e as referências psicodélicas.
Sob proposta antropofágica, o tropicalismo, até hoje, respira. E inspira. Prova disso é o recente lançamento do livro “Tropicália, um caldeirão cultural”, do pesquisador Getulio Mac Cord, um apaixonado pelo período. A publicação é o resultado de mais de 30 anos de pesquisa e oferece uma coletânea de depoimentos históricos, além de curiosidades e surpresas. Bateu curiosidade? Então confira o nosso bate-papo exclusivo com ele. Vale o conhecimento!
Getúlio, quando surgiu a vontade de falar sobre o movimento tropicalista? A tropicália é o meu sonho de descobrir o Brasil e de realizar algo bacana, que é o livro. Sonhar é preciso, é possível e o sonho não acabou. Esse é o meu sonho desde os 17 anos. A minha primeira entrevista, aliás, aconteceu, nessa época, com o Paulinho da Viola. Ele, bancário, queria ser sambista e morava em frente ao Caetano, em plena efervescência tropicalista… Dois iniciantes da MPB, almejando um futuro dentro da música. Nesse período, muita coisa estava em jogo. Não era só ganhar os festivais. Era ganhar a vida.
O livro conta com aproximadamente 40 entrevistas, resultado de 30 anos de pesquisa, certo? Conte um pouco pra gente sobre esse processo de coletânea de depoimentos e sobre o processo de criação do livro, em geral. A entrevista com Caetano, por exemplo, demorou 15 anos para ficar pronta. A coisa aconteceu na medida do possível. A cada entrevista eu saia mais eufórico… Entrevistei o compositor Sergio Ricardo, que me contou muito sobre o CPC, Centro Popular de Cultura da UNE, que foi totalmente castrado, na época do regime. Sabia que o Tom Zé foi diretor musical do CPC – Bahia? No meu livro, procurei registrar pessoas “desconhecidas”, mas extremamente essenciais para entender o que é o movimento e mostrar que ele continua vivo.
Quais dificuldades você encontrou nesse processo de redação do livro? Todas. Quase uma impossibilidade. A única coisa que eu sabia é que não ia desistir. Tudo começou com o Paulinho da Viola, que se dispôs a bater um papo comigo e é uma das pessoas a qual dedico o livro. Foi uma aula de vida e de música.
O prefácio do livro foi escrito pelo Tom Zé, um dos entrevistados. Como foi essa participação? Eu entrevistei o Tom Zé em um momento em que ele estava prestes a abandonar a carreira. À medida que o livro foi evoluindo, achei interessante convidá-lo. Ele leu o livro e adorou. Foi uma honra muito grande tê-lo como entrevistado e como o autor do prefácio.
Nesse ano, você participou da FLIP, Festa Literária Internacional de Paraty, que foi em homenagem ao Oswaldo de Andrade, percussor do movimento tropicalista e responsável pela Semana Moderna de 22. A realização do livro pode ser vista como uma continuação direta de todo esse início, certo? Com certeza. A tropicália é hoje. O modernismo é hoje. E a antropofagia é, foi e será sempre o Brasil.
Aproveitando o gancho, o que é o movimento tropicalista pra você? Onde, em sua opinião, ainda encontramos vivas as vertentes desse movimento atualmente? Nos próprios tropicalistas. Eu fecho o meu livro no ano de 1982, na Vanguarda paulista de Arrigo Barnabé, Grupo Rumo, Itamar Assunção… Em BH, temos o maravilhoso grupo Uakti, que fabrica instrumentos na sonoridade e nas experimentais. Esses caras são essenciais e estão totalmente inseridos.
Qual o fato mais curioso que você descobriu durante o processo de criação do livro? O livro como um todo foi uma grande descoberta, mas pessoas como o Guilherme Araújo, como o Kleber Santos e como o músico Chico Moreira, que falou de toda questão da produção e de coisas paralelas à tropicália me marcaram muito.
O movimento tropicalista trouxe renovação à música durante os grandes festivais. É muito comum, hoje, ouvirmos que não se faz mais música como antigamente… Como você analisa o cenário cultural atualmente com o acrescento da internet? Posso dizer que o cenário “vai muito bem, obrigado”. O cenário midiático é que pode ser questionado nos dias de hoje. Enquanto não tivermos meios de comunicação democratizados e regionalizados, não vai aflorar o seleiro de cada estado, de cada município, de cada embrião de escola de música e bandas de musica, independente do gênero, rock, frevo, choro, samba… Como já diz Milton Nascimento, “tem gente boa espalhada por esse Brasil, que vai fazer desse lugar um bom país!”.
Pra você, ver o livro ponto, após trinta anos, significa o que? Há projetos para novas publicações? Imediatamente, pretendo fazer um trabalho ilustrado, que é o meu livro só que com fotos, mas isso depende de verba, de patrocínio etc. Não é uma coisa simples e nem barata. Em relação a ver o livro pronto, nossa! É um alívio e o início de uma nova era de vida. Sempre tive o meu livro como cartão de visita, mas não podia entregar, pois ainda não estava pronto. Agora eu posso mostrar. É muito bom. Fico extremamente feliz por poder agradecer pessoalmente a todos os envolvidos. Tenho recebido uma resposta positiva das pessoas. Muitos artistas têm visto, no resultado final, a realização de um grande trabalho.
Adoramos a conversa e saber um pouco mais sobre essa época tão importante para a cultura do nosso país. Para quem quiser saber mais, só entrar em contato com ele por aqui ó.
Meninas, conforme programado no nosso calendário de BH (que é o nosso “Eclectic Indica” deste mês), dia 19 rolou uma ação bem bacana no Pátio Savassi com as blogueiras do Versatilidade, Fashion Chips, Par de Jarras, Buchicho Fashion e O Peixe Fresco. Foi o seguinte: cada uma ficou responsável por vestir uma de nossas vendedoras. Os looks ficaram lindos. Tão lindos que lançamos, a partir de hoje, o “Concurso das Blogueiras” na nossa página do Facebook. Até o dia 30 de novembro, basta curtir o look mais bacana, que a blogueira responsável pela criação da melhor produção será a nossa parceira até fevereiro, com direitinho a comprinhas e tudo mais!
Vamos participar? Acesse nosso álbum clicando aqui e vote bastaaaaante!
Nós somos leitoras e fãs de diversos blogs de moda. Aqui ao lado, os “Favoritos”, na barra de menu lateral direita, por exemplo, representam alguns dos que fazem parte do nosso dia a dia de alguma forma. Durante toda essa conversa virtual e cheia de afeto, estabelecemos uma relação muito bacana com o GWS Mag e não é surpresa nos encontrar por lá entre um editorial e outro. Para brindar a amizade, esse post vai pra elas (e pra nós, é claro!).
Editorial Índio quer Apito (que acabou de entrar no ar!)
Com a adesão de importantes formadores de opinião e cidadãos brasileiros, o Movimento Gota D’Água surgiu da necessidade de transformar indignação em ação, apoiando soluções inteligentes, responsáveis, conscientes e motivadas pelo bem comum. Por agora, a primeira campanha do grupo discute o planejamento energético do país pela análise do projeto da hidrelétrica de Belo Monte, através da comoção da população e utilizando as ferramentas da comunicação em multiplataforma.
O vídeo abaixo expõe dados relevantes sobre a hidrelétrica e conta com a participação de inúmeros artistas. Por meio de uma linguagem comum, compreensível e com uma dinâmica muito bacana de questionamento, o envolvimento na causa é quase involuntário. Nós, obviamente, já nos envolvemos. E você?
Destaque para o texto do ator Ari Fontoura em direcionamento a nossa presidente Dilma.
Segundo o dicionário, tolerância é a boa disposição dos que ouvem com paciência opiniões opostas às suas. Hoje, no dia internacional da tolerância, a gente reforça a necessidade de atitudes básicas no dia a dia e a máxima de respeitar o próximo como a si mesmo (às vezes, esquecida!).
Que tal tornar o dia de alguém mais feliz? E que tal se esse alguém for um completo desconhecido? Parece confuso? A gente explica: em contribuição à data, a nossa dica é o site americano Two Of Us, que incentiva o simples ato de sorrir a pessoas desconhecidas e sem sair de casa. Basta tirar uma foto com a webcam e postar. Um programa da página avalia se o sorriso está sendo mesmo sincero e automaticamente você recebe um sorriso de outra pessoa de volta.
Interessou?
Essa foi uma das formas que encontramos de mostrar respeitar e afeto ao próximo, sem pré-julgamentos ou conceitos estabelecidos. Let’s do it!